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Rádio Mania FM - Ibatiba ES
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As obras de duplicação da BR 262 devem começar entre 40 e 45 dias. O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) concedeu nesta terça-feira (16) a licença prévia para a ampliação da rodovia, que passará a contar com duas faixas em cada sentido.

Esta licitação compreende o trecho de 52 quilômetros, que vai de Viana até a localidade Victor Hugo (km 16 até km 71). O órgão também entregou a licença de instalação do trecho que vai do km 49, na entrada do zoológico de Marechal Floriano, até o trevo de Paraju, em Domingos Martins. 

De acordo com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Ezio Gonçalves dos Reis, falta apenas uma licença ambiental que autorize a supressão vegetal, que deve ser solicitada na próxima quinta-feira (25).

"Feito isso, acredito que teremos entre 40 a 45 dias para dar início as obras deste primeiro subtrecho. Já conseguimos a licença prévia que abrange todos os 59 km do investimentos, que será da ordem de R$ 550 milhões. Já estamos com nossa equipe no trecho para fechar os detalhes dos impactos da obra para a licença de instalação", afirma.

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A novela da duplicação teve início em 2006 e, desde então, arrasta-se com direito a promessas descumpridas. A sucessão de fracassos chegou ao cúmulo em 2013, quando as condições impostas no edital do leilão marcado não conquistaram o interesse do mercado, e o comparecimento foi nulo.

Em 2015, a concessão da BR 262 foi colocada em cima da hora no Programa de Logística (PIL) anunciado por Dilma Rousseff em junho. Isso sem falar que nos últimos anos já haviam sido dadas também garantias de recursos do PAC para a duplicação.

Agora, novamente, não há perspectivas para a concessão da rodovia, apenas o anúncio do início para a duplicação do primeiro trecho – cuja licitação teve problemas que se arrastaram judicialmente, assumindo a segunda empresa colocada.

O Espírito Santo reivindica a obra porque a rodovia, principal conexão entre o Estado e Minas Gerais, traz insegurança ao motorista por sua precariedade e traçado extremamente sinuoso. Foram mais de 800 acidentes e 24 mortes em 2015. A estrada também é corredor logístico vital para a economia capixaba, bem como a principal artéria do turismo regional

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